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Imobiliárias querem atitude mais responsável no crédito

Imobiliárias querem atitude mais responsável no crédito

16-10-2018

Fonte: https://www.sabado.pt/ultima-hora/detalhe/imobiliarias-querem-atitude-mais-responsavel-no-credito

As imobiliárias concordam com os bancos ao dizer que o crédito concedido actualmente é mais responsável do que o de 2007.

O Banco de Portugal já tinha dado sinais de preocupação quando, no início do ano, anunciou uma medida macroprudencial para garantir a concessão de "financiamento sustentável". Mas, mais recentemente, Carlos Costa voltou ao tema. O governador sublinhou a necessidade de combater os riscos de euforia no imobiliário. Um alerta que as imobiliárias aplaudem, pois querem que haja uma postura responsável no mercado.
"Há um claro excesso de optimismo no mercado e é fundamental que todos os operadores do sector imobiliário assumam uma postura responsável", defende Ricardo Sousa , o CEO da Century 21 Portugal. Já a RE/MAX considera que "estas recomendações [do Banco de Portugal] não pretendem gerar um clima de alerta, mas sobretudo reforçar o crescimento sustentado do mercado imobiliário, que se traduz em benefícios para todos os agentes envolvidos, e a actual legislação protege não só o sistema financeiro, mas sobretudo o cliente final que pretende adquirir um imóvel, recorrendo ao financiamento bancário".
Ambas as imobiliárias concordam que o crédito hoje concedido para a compra de casa é diferente do de 2007, antes da crise financeira.  "Neste momento, na rede Century 21 Portugal apenas 60% das transacções de particulares são financiadas pelo crédito à habitação e o financiamento médio que registamos é de cerca de 70% do valor do imóvel", explica Ricardo Sousa. O CEO da Century 21 Portugal considera que hoje "os critérios de acesso ao crédito à habitação são bastante conservadores e ainda excluem muitas famílias portuguesas". Nesse sentido, "há claramente espaço para uma evolução positiva da concessão de crédito à habitação em Portugal, até porque estamos muito longe dos montantes de atribuição de crédito registados até 2007", sublinha.
Já a RE/MAX realça que com a transposição da  directiva do crédito hipotecário o mercado saiu "reforçado, pois promove um acesso a este tipo de financiamento com base numa cultura de literacia financeira preventiva, defendendo princípios de responsabilidade e segurança no acesso ao crédito, que se traduz em claros benefícios quer para os mutuantes quer para o cliente final".
Luis Lima, presidente da APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal), partilha esta visão. "As instituições financeiras estão muito mais cautelosas e a análise do perfil dos clientes é muito mais rigorosa. Hoje, por exemplo, exige-se que os clientes tenham uma entrada de 20% ou 30% do valor do imóvel, quando no passado era concedido a 100% ou até a mais", sublinha.
No entanto, quanto aos alertas de euforia, Luís Lima compreende a sua necessidade, mas não de "alarmismos como os que têm sido veiculados, deixando no ar a ideia errada da existência de uma bolha imobiliária no mercado habitacional".
perguntas a 
luis lima – Presidente da APEMIP
Percebo os alertas mas não alarmismos
Luís Lima, presidente da APEMIP, critica os "alarmismos" veiculados recentemente em torno do mercado da habitação.
Concorda com os alertas do Banco de Portugal de que há o risco de euforia na habitação?
Não quero pôr em causa as palavras do Governador e compreendo a necessidade de emitir alertas, mas não alarmismos como os que têm sido veiculados, deixando no ar a ideia errada da existência de uma bolha imobiliária no mercado habitacional. Como sempre tenho dito, não existe uma bolha imobiliária. Ainda que os preços tenham acelerado muito rapidamente em determinadas zonas de Lisboa ou Porto, a mesma realidade não se aplica no resto do país.
O crédito que hoje é concedido para a compra de casa é diferente do que era concedido em 2007? 
Sem dúvida. As instituições financeiras estão muito mais cautelosas e a análise do perfil dos clientes é muito mais rigorosa. Hoje, exige-se que os clientes tenham uma entrada de 20% ou 30% do valor do imóvel, quando no passado era concedido a 100% ou até a mais.  Actualmente, o risco de incumprimento é certamente inferior ao do passado.
Como é que as imobiliárias ajustaram as práticas?
Muitas vezes a imobiliária avalia o perfil do cliente e se reúne as condições exigidas pelos bancos, caso contrário tenta encaminhá-lo para a alternativa existente, que é o arrendamento.

O Banco de Portugal já tinha dado sinais de preocupação quando, no início do ano, anunciou uma medida macroprudencial para garantir a concessão de "financiamento sustentável". Mas, mais recentemente, Carlos Costa voltou ao tema. O governador sublinhou a necessidade de combater os riscos de euforia no imobiliário. Um alerta que as imobiliárias aplaudem, pois querem que haja uma postura responsável no mercado.

"Há um claro excesso de optimismo no mercado e é fundamental que todos os operadores do sector imobiliário assumam uma postura responsável", defende Ricardo Sousa , o CEO da Century 21 Portugal. Já a RE/MAX considera que "estas recomendações [do Banco de Portugal] não pretendem gerar um clima de alerta, mas sobretudo reforçar o crescimento sustentado do mercado imobiliário, que se traduz em benefícios para todos os agentes envolvidos, e a actual legislação protege não só o sistema financeiro, mas sobretudo o cliente final que pretende adquirir um imóvel, recorrendo ao financiamento bancário".

Ambas as imobiliárias concordam que o crédito hoje concedido para a compra de casa é diferente do de 2007, antes da crise financeira.  "Neste momento, na rede Century 21 Portugal apenas 60% das transacções de particulares são financiadas pelo crédito à habitação e o financiamento médio que registamos é de cerca de 70% do valor do imóvel", explica Ricardo Sousa. O CEO da Century 21 Portugal considera que hoje "os critérios de acesso ao crédito à habitação são bastante conservadores e ainda excluem muitas famílias portuguesas". Nesse sentido, "há claramente espaço para uma evolução positiva da concessão de crédito à habitação em Portugal, até porque estamos muito longe dos montantes de atribuição de crédito registados até 2007", sublinha.

Já a RE/MAX realça que com a transposição da  directiva do crédito hipotecário o mercado saiu "reforçado, pois promove um acesso a este tipo de financiamento com base numa cultura de literacia financeira preventiva, defendendo princípios de responsabilidade e segurança no acesso ao crédito, que se traduz em claros benefícios quer para os mutuantes quer para o cliente final".

Luis Lima, presidente da APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal), partilha esta visão. "As instituições financeiras estão muito mais cautelosas e a análise do perfil dos clientes é muito mais rigorosa. Hoje, por exemplo, exige-se que os clientes tenham uma entrada de 20% ou 30% do valor do imóvel, quando no passado era concedido a 100% ou até a mais", sublinha.

No entanto, quanto aos alertas de euforia, Luís Lima compreende a sua necessidade, mas não de "alarmismos como os que têm sido veiculados, deixando no ar a ideia errada da existência de uma bolha imobiliária no mercado habitacional".perguntas a luis lima – Presidente da APEMIPPercebo os alertas mas não alarmismosLuís Lima, presidente da APEMIP, critica os "alarmismos" veiculados recentemente em torno do mercado da habitação.

Concorda com os alertas do Banco de Portugal de que há o risco de euforia na habitação?Não quero pôr em causa as palavras do Governador e compreendo a necessidade de emitir alertas, mas não alarmismos como os que têm sido veiculados, deixando no ar a ideia errada da existência de uma bolha imobiliária no mercado habitacional. Como sempre tenho dito, não existe uma bolha imobiliária. Ainda que os preços tenham acelerado muito rapidamente em determinadas zonas de Lisboa ou Porto, a mesma realidade não se aplica no resto do país.

O crédito que hoje é concedido para a compra de casa é diferente do que era concedido em 2007? Sem dúvida. As instituições financeiras estão muito mais cautelosas e a análise do perfil dos clientes é muito mais rigorosa. Hoje, exige-se que os clientes tenham uma entrada de 20% ou 30% do valor do imóvel, quando no passado era concedido a 100% ou até a mais.  Actualmente, o risco de incumprimento é certamente inferior ao do passado.

Como é que as imobiliárias ajustaram as práticas?Muitas vezes a imobiliária avalia o perfil do cliente e se reúne as condições exigidas pelos bancos, caso contrário tenta encaminhá-lo para a alternativa existente, que é o arrendamento.