O objectivo é garantir, no contexto de crise económica generalizada e de dificuldades específicas do sector imobiliário, um evento com massa crítica e que possa ter impacto real no mercado e nos seus operadores.
As razões para esta alteração prendem-se com o momento de retraçao das empresas e do próprio setor.
Arturo Malingre, Diretor da IMOBITUR, explica: «Queremos que a IMOBITUR continue a sua consolidação enquanto plataforma de contactos e realização de negócio imobiliário e que tenha um impacto efetivo nas vendas dos operadores do mercado, reunindo a indústria imobiliária com expressividade. Neste momento, as empresas e o próprio sector estão bastante retraídas e não é certo se consigam assegurar as condições óptimas para garantir este impacto real da feira, razão pela qual decidimos, mesmo com o apoio institucional das mais importantes associações do imobiliário, alterar a periodicidade do certame».
Assim, a organização da IMOBITUR decidiu, em estreita colaboração com as entidades que apoiam o certame, alterar a sua periodicidade como forma de garantir um evento mais representativo do sector imobiliário nacional, bem como reforçar a aposta na interligação do mercado nacional com os mercados internacionais que têm vindo a consolidar-se como alvo do investimento português, principalmente o Brasil e Angola.
Luis Lima, Presidente da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, nota que «esta é uma opção avisada, face aos compassos de espera que se verificam no sector da Construção e do Imobiliário, nomeadamente no que respeita a decisões fundamentais para a reanimação do mercado do arrendamento urbano e, consequentemente, do mercado da Reabilitação Urbana».
Recorde-se que a IMOBITUR realizou a sua primeira edição em 2005, tendo gerado, ao longo das suas 7 edições, um volume de negócios para as empresas participantes na ordem dos 800 milhões de euros. Neste 7 anos de IMOBITUR, mais de 163.500 pessoas visitaram o certame, que já mobilizou perto de 900 empresas e associações do setor imobiliário, banca, materiais, equipamentos, arquitetura e autarquias.
O objectivo é garantir, no contexto de crise económica generalizada e de dificuldades específicas do sector imobiliário, um evento com massa crítica e que possa ter impacto real no mercado e nos seus operadores.As razões para esta alteração prendem-se com o momento de retraçao das empresas e do próprio setor.
Arturo Malingre, Diretor da IMOBITUR, explica: «Queremos que a IMOBITUR continue a sua consolidação enquanto plataforma de contactos e realização de negócio imobiliário e que tenha um impacto efetivo nas vendas dos operadores do mercado, reunindo a indústria imobiliária com expressividade. Neste momento, as empresas e o próprio sector estão bastante retraídas e não é certo se consigam assegurar as condições óptimas para garantir este impacto real da feira, razão pela qual decidimos, mesmo com o apoio institucional das mais importantes associações do imobiliário, alterar a periodicidade do certame».
Assim, a organização da IMOBITUR decidiu, em estreita colaboração com as entidades que apoiam o certame, alterar a sua periodicidade como forma de garantir um evento mais representativo do sector imobiliário nacional, bem como reforçar a aposta na interligação do mercado nacional com os mercados internacionais que têm vindo a consolidar-se como alvo do investimento português, principalmente o Brasil e Angola.
Luis Lima, Presidente da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, nota que «esta é uma opção avisada, face aos compassos de espera que se verificam no sector da Construção e do Imobiliário, nomeadamente no que respeita a decisões fundamentais para a reanimação do mercado do arrendamento urbano e, consequentemente, do mercado da Reabilitação Urbana».Recorde-se que a IMOBITUR realizou a sua primeira edição em 2005, tendo gerado, ao longo das suas 7 edições, um volume de negócios para as empresas participantes na ordem dos 800 milhões de euros.
Neste 7 anos de IMOBITUR, mais de 163.500 pessoas visitaram o certame, que já mobilizou perto de 900 empresas e associações do setor imobiliário, banca, materiais, equipamentos, arquitetura e autarquias.