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Venderam-se 477 casas por dia no primeiro semestre

Venderam-se 477 casas por dia no primeiro semestre

28-09-2018

Fonte: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2018/09/25/37467-venda-de-casas-cresce-quase-20-nos-primeiros-seis-meses-do-ano

No primeiro semestre do ano foram transacionados 86.335 alojamentos familiares em Portugal, mais 19,8% que em igual período do ano passado, no valor total de 11,6 mil milhões de euros – trata-se de um crescimento de 30,5% face ao primeiro semestre de 2017.

Isto corresponde a uma média de venda 476,98 casas por dia, segundo dados do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).
Os dados divulgados mostram que as casas usadas estão a ganhar cada vez mais relevância no mercado. As vendas ultrapassaram os mais de nove mil milhões de euros, representando um aumento de 33,4% face ao período homólogo. O presidente da APEMIP, Luís Lima, encara este cenário “sem surpresa”.
“O mercado de usados é cada vez mais importante no setor, uma vez que nos últimos anos a construção nova foi muito escassa”, defende em comunicado, acrescentando que “a grande maioria do stock imobiliário existente é de usados”. O responsável frisa, de resto, “a necessidade de haver uma renovação do mesmo, sobretudo nas principais cidades como Lisboa ou Porto, que apresentam escassez de oferta face à procura existente”.
Mercado das casas usadas ao rubro
No segundo trimestre de 2018, a APEMIP divulgou terem sido efetuadas 45.619 transações de alojamentos familiares, mais 23,7% que em igual período de 2017, sendo este o “melhor trimestre de que há registo”.
As casas usadas totalizaram 38.880 vendas, um aumento homólogo de 24,8%, enquanto as novas assinalaram uma subida de 17,5%. Feitas as contas entre o primeiro e o segundo trimestre de 2018, o número de alojamentos vendidos aumentou 12%. Este crescimento observou-se tanto nos alojamentos existentes (11,7%) como nos alojamentos novos (14,3%).
Em termos de análise regional, a Área Metropolitana de Lisboa registou 16.331 vendas, no valor de 3 mil milhões de euros, e a Área Metropolitana do Porto 7.801 transações, cujo valor excedeu os 900 milhões de euros.
Eventuais alterações no setor preocupam imobiliárias
Apesar das dinâmicas do mercado imobiliário serem muito positivas, Luís Lima receia o impacto que as recentes notícias e propostas feitas no âmbito do setor, como a introdução de um novo escalão no AIMI, a chamada “Taxa Robles”, ou a eventual extinção do Regime Fiscal para Residentes Não Habituais possam ter no investimento estrangeiro em imobiliário português.
“Mesmo que acabem por não ser aprovadas, a repercussão mediática destas propostas causa receio a quem esteja a ponderar investir no imobiliário português. Muitas vezes acabam por preferir não arriscar, e dirigem o seu investimento para outros países por considerarem que não é seguro investir em Portugal, porque as regras podem mudar a meio do jogo”, diz o representante das imobiliárias, realçando que ainda há muitas zonas do País a precisar deste investimento.
“Infelizmente, continuam a fazer-se propostas e a tomar decisões a olhar para o País só a partir de Lisboa, quando ainda há muitas regiões, sobretudo no interior, que podem e precisam de beneficiar deste tipo de investimento que aos poucos se está a descentralizar”, declara Luís Lima.

Isto corresponde a uma média de venda 476,98 casas por dia, segundo dados do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).
Os dados divulgados mostram que as casas usadas estão a ganhar cada vez mais relevância no mercado. As vendas ultrapassaram os mais de nove mil milhões de euros, representando um aumento de 33,4% face ao período homólogo. O presidente da APEMIP, Luís Lima, encara este cenário “sem surpresa”.

“O mercado de usados é cada vez mais importante no setor, uma vez que nos últimos anos a construção nova foi muito escassa”, defende em comunicado, acrescentando que “a grande maioria do stock imobiliário existente é de usados”. O responsável frisa, de resto, “a necessidade de haver uma renovação do mesmo, sobretudo nas principais cidades como Lisboa ou Porto, que apresentam escassez de oferta face à procura existente”.

Mercado das casas usadas ao rubroNo segundo trimestre de 2018, a APEMIP divulgou terem sido efetuadas 45.619 transações de alojamentos familiares, mais 23,7% que em igual período de 2017, sendo este o “melhor trimestre de que há registo”.

As casas usadas totalizaram 38.880 vendas, um aumento homólogo de 24,8%, enquanto as novas assinalaram uma subida de 17,5%. Feitas as contas entre o primeiro e o segundo trimestre de 2018, o número de alojamentos vendidos aumentou 12%. Este crescimento observou-se tanto nos alojamentos existentes (11,7%) como nos alojamentos novos (14,3%).

Em termos de análise regional, a Área Metropolitana de Lisboa registou 16.331 vendas, no valor de 3 mil milhões de euros, e a Área Metropolitana do Porto 7.801 transações, cujo valor excedeu os 900 milhões de euros.
Eventuais alterações no setor preocupam imobiliáriasApesar das dinâmicas do mercado imobiliário serem muito positivas, Luís Lima receia o impacto que as recentes notícias e propostas feitas no âmbito do setor, como a introdução de um novo escalão no AIMI, a chamada “Taxa Robles”, ou a eventual extinção do Regime Fiscal para Residentes Não Habituais possam ter no investimento estrangeiro em imobiliário português.

“Mesmo que acabem por não ser aprovadas, a repercussão mediática destas propostas causa receio a quem esteja a ponderar investir no imobiliário português. Muitas vezes acabam por preferir não arriscar, e dirigem o seu investimento para outros países por considerarem que não é seguro investir em Portugal, porque as regras podem mudar a meio do jogo”, diz o representante das imobiliárias, realçando que ainda há muitas zonas do País a precisar deste investimento.

“Infelizmente, continuam a fazer-se propostas e a tomar decisões a olhar para o País só a partir de Lisboa, quando ainda há muitas regiões, sobretudo no interior, que podem e precisam de beneficiar deste tipo de investimento que aos poucos se está a descentralizar”, declara Luís Lima.