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Inquérito. 71% das imobiliárias aponta para descidas nos preços das casas

Inquérito. 71% das imobiliárias aponta para descidas nos preços das casas

04/05/2020

Apenas 22% dos inquiridos - pelo site Idealista - acredita que os preços da habitação se irão manter inalteráveis. No arrendamento, 66% admite uma quebra de preços

Apenas 22% dos inquiridos - pelo site Idealista - acredita que os preços da habitação se irão manter inalteráveis. No arrendamento, 66% admite uma quebra de preços.

Mais de dois terços dos profissionais do imobiliário consideram que os preços de vendas das casas em Portugal irão descer nos próximos meses.

De acordo com um inquérito realizado pelo site Idealista, 71% dos inquiridos aponta para uma descida de preços, enquanto 22% acredita que se irão manter iguais. Nenhum profissional prevê subidas de preço.
Já no que respeita ao comportamento futuro do mercado de arrendamento, a maioria dos inquiridos (66%) admite uma quebra nos preços. Apenas 26% considera que se irão manter nos mesmos níveis dos que se registavam antes da pandemia. Há, por outro lado, 2% dos inquiridos acredita que os preços possam subir nos próximos meses.
De acordo com o inquérito realizado on-line realizado pelo Idealista - a 258 profissionais imobiliários de todas as regiões do país durante a terceira semana de Abril -, apesar de as agências imobiliárias estarem há várias semanas de porta fechada e sem poderem mostrar imóveis aos seus clientes, 83% dos profissionais deste sector continuam a trabalhar desde casa, preparando-se para o momento em que possam voltar à atividade no exterior.
Embora em quarentena, mais de metade (51%) dos profissionais afirma ter aproveitado o confinamento para fechar operações que estavam pendentes, sendo que muitos dos procedimentos contratuais já se podem realizar on-line.
Os profissionais inquiridos revelam que optaram também para receber formação durante este tempo de confinamento, visto que 47% dos inquiridos decidiu melhorar as suas aptidões face a um futuro mercado com maior concorrência.
Cerca de 46% dos profissionais aproveitaram ainda estas semanas de estado de emergência para atualizar a sua carteira de imóveis e 43% realizou tarefas de fidelização de clientes.
Por último, 17% dos profissionais usou o tempo para angariar novos imóveis para colocar no mercado assim que for possível.
Já quanto às dificuldades de capital, apenas 7% dos inquiridos reconheceu ter capacidade financeira para sobreviver mais de seis meses nas atuais circunstâncias. Por outro lado, 29% indica que não tem capacidade para aguentar nem um mês.

De acordo com um inquérito realizado pelo site Idealista, 71% dos inquiridos aponta para uma descida de preços, enquanto 22% acredita que se irão manter iguais. Nenhum profissional prevê subidas de preço.
Já no que respeita ao comportamento futuro do mercado de arrendamento, a maioria dos inquiridos (66%) admite uma quebra nos preços. Apenas 26% considera que se irão manter nos mesmos níveis dos que se registavam antes da pandemia. Há, por outro lado, 2% dos inquiridos acredita que os preços possam subir nos próximos meses.
De acordo com o inquérito realizado on-line realizado pelo Idealista - a 258 profissionais imobiliários de todas as regiões do país durante a terceira semana de Abril -, apesar de as agências imobiliárias estarem há várias semanas de porta fechada e sem poderem mostrar imóveis aos seus clientes, 83% dos profissionais deste sector continuam a trabalhar desde casa, preparando-se para o momento em que possam voltar à atividade no exterior.
Embora em quarentena, mais de metade (51%) dos profissionais afirma ter aproveitado o confinamento para fechar operações que estavam pendentes, sendo que muitos dos procedimentos contratuais já se podem realizar on-line.
Os profissionais inquiridos revelam que optaram também para receber formação durante este tempo de confinamento, visto que 47% dos inquiridos decidiu melhorar as suas aptidões face a um futuro mercado com maior concorrência.
Cerca de 46% dos profissionais aproveitaram ainda estas semanas de estado de emergência para atualizar a sua carteira de imóveis e 43% realizou tarefas de fidelização de clientes.
Por último, 17% dos profissionais usou o tempo para angariar novos imóveis para colocar no mercado assim que for possível.
Já quanto às dificuldades de capital, apenas 7% dos inquiridos reconheceu ter capacidade financeira para sobreviver mais de seis meses nas atuais circunstâncias. Por outro lado, 29% indica que não tem capacidade para aguentar nem um mês.

Fonte: https://expresso.pt/economia/2020-05-04-Inquerito.-71-das-imobiliarias-aponta-para-descidas-nos-precos-das-casas